Diagnóstico e tratamento especializado de DTM (disfunção temporomandibular) com o Dr. Caio Capitani, dentista consultor do Santos FC, para aliviar dores, restaurar a função mandibular e melhorar sua qualidade de vida.
A disfunção temporomandibular é frequentemente confundida com enxaqueca, sinusite ou problemas de ouvido, e o paciente passa por vários especialistas antes de chegar ao diagnóstico correto.
Sem tratamento, a DTM tende a se agravar: o desconforto que começa leve pode evoluir para dor crônica e limitação real de movimento da mandíbula.
Sintomas de DTM costumam ser confundidos com outras causas de dor
Estalos e travamentos na mandíbula pioram sem diagnóstico adequado
Bruxismo e apertamento não tratados sobrecarregam a articulação
Dor crônica na face e na cabeça impacta o sono, o trabalho e a rotina
O diagnóstico da DTM exige mapear a dor, a função mandibular e os hábitos do paciente, não existe protocolo genérico. O tratamento é construído a partir dessa avaliação.
Avaliação clínica aprofundada, com formação específica em DTM e Dor Orofacial.
Tratamento inicial sem cirurgia, focado em alívio de dor e restauração da função.
Confeccionada digitalmente para proteger dentes e articulação durante o sono.
Recurso para reduzir inflamação, aliviar dor e acelerar a reparação dos tecidos.
Tratamento pensado para restaurar sono, mastigação e rotina sem dor.
Ajustes no plano de tratamento conforme a evolução de cada caso.
| Critério | Conviver com a dor sem diagnóstico | Tratamento especializado, Dr. Caio Capitani |
|---|---|---|
| Origem da dor | Não identificada | Diagnóstico clínico específico |
| Evolução do quadro | Tende a piorar | Acompanhamento e controle |
| Proteção da articulação e dos dentes | Nenhuma | Placa oclusal sob medida |
| Alívio da inflamação | Analgésicos pontuais | Laserterapia complementar |
| Impacto na rotina | Dor recorrente | Foco em restaurar qualidade de vida |
Mapeamento da dor, dos hábitos e da função mandibular para chegar ao diagnóstico correto.
Plano individualizado, que pode incluir placa oclusal, laserterapia e orientações comportamentais.
Consultas de retorno para ajustar o tratamento conforme a evolução dos sintomas.
Reconhece algum desses sintomas e quer investigar?
Agendar minha avaliaçãoO plano de tratamento pode combinar diferentes recursos clínicos, sempre definidos após a avaliação individual, sem protocolos padronizados aplicados a todos os pacientes.
Exame minucioso da articulação, dos músculos da face e da mordida.
Planejada digitalmente para reduzir a sobrecarga na articulação durante o sono.
Luz de baixa intensidade para reduzir inflamação e acelerar a reparação dos tecidos.
Ajustes de hábitos (apertamento, postura, mastigação) que sobrecarregam a articulação.
Cirurgião-dentista pós-graduado em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial pela UNISANTA, consultor odontológico do Santos Futebol Clube desde 2014 e diplomado pela FIFA em Medicina do Futebol. Atua no diagnóstico e tratamento conservador da DTM, com foco em alívio de dor e restauração da função mandibular.
Graduação em Odontologia, UNISANTA
Pós-graduação em DTM e Dor Orofacial, UNISANTA
Especialização em Ortodontia, UNISANTA · Consultor odontológico do Santos FC
Especialização em Odontologia do Esporte, Universidade Positivo (Curitiba/PR)
Especialização em Ciências do Esporte, UNIFESP · Diploma em Medicina do Futebol, FIFA
Especialista do Ano (2018 e 2019), Câmara Municipal de Santos · Mestrado em Direito da Saúde, UNISANTA
Membro da Câmara Técnica de Odontologia do Esporte, CROSP (2022–2025)
Se você reconhece algum desses sinais, uma avaliação especializada pode identificar se a origem está na articulação temporomandibular.
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A DTM tem origem multifatorial: pode estar relacionada a apertamento ou ranger dos dentes (bruxismo), má postura, estresse, traumas na região da mandíbula, ou alterações na própria articulação. Frequentemente, mais de um fator contribui ao mesmo tempo, o que explica por que o tratamento eficaz raramente é uma solução única.
O diagnóstico começa com uma anamnese detalhada sobre a dor, seus gatilhos e sua história, seguida de exame físico da articulação, dos músculos da mastigação e da amplitude de abertura da boca. Ruídos articulares, como estalos, e a presença de desgaste dentário característico de apertamento também entram na avaliação.
A maior parte dos casos de DTM responde a abordagens conservadoras: placa oclusal para reduzir a sobrecarga na articulação e nos dentes durante o sono, laserterapia para controle de inflamação e dor, e orientações sobre hábitos que agravam o quadro, como mascar chiclete em excesso ou apoiar o queixo na mão. Cirurgia é reservada para uma minoria de casos que não respondem às abordagens conservadoras.
A melhora costuma ser gradual, não imediata. Dor recorrente que já dura meses geralmente não desaparece em uma única sessão. O acompanhamento permite ajustar o plano conforme a resposta de cada paciente, o que é normal e esperado em quadros de dor crônica na região orofacial.
DTM é a sigla para disfunção temporomandibular, um conjunto de condições que afetam a articulação da mandíbula, os músculos da mastigação e estruturas relacionadas, podendo causar dor e limitação de movimento.
Dor na mandíbula, estalos ou travamentos ao abrir a boca, dor de cabeça frequente, dor no ouvido sem causa aparente e dificuldade para mastigar são sinais comuns que merecem avaliação.
Na maioria dos casos, o tratamento começa com abordagens conservadoras, como placas oclusais e laserterapia. A necessidade de outras condutas é avaliada individualmente.
O tempo de tratamento varia conforme o diagnóstico e a resposta de cada paciente, sendo definido após a avaliação clínica.
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